segunda-feira, 26 de agosto de 2013

NOVA FASE DO PROCESSO IMIGRATÓRIO NO BRASIL: OS MÉDICOS CUBANOS

De: Adelmir Barbosa

Não se pode negar a importância que foi o processo imigratório no Brasil ao longo da história, para a formação e desenvolvimento cultural que fez desse país um dos mais belos do mundo. Um país cuja cultura se ergue, se estende e se expressa de forma tão amplamente múltipla, paradoxalmente impar e diversa e historicamente variada.

Entretanto, muitos cidadãos brasileiros se opõem a essa nova fase da imigração. Qual será o por quê? Será que essa oposição se dá pura e simplesmente por preconceito?

O fato é que essa questão não é tão simples como aparenta e como se faz perceber nos meios de comunicação e nas discussões nas redes sociais. Muitas dúvidas acabam por aflorar nos juízos de inúmeros brasileiros que por sua vez se distribuem em duas alas. A ala dos que são contra e a ala dos que são a favor.

Sabe-se que o processo imigratório no Brasil é algo recorrente e que se dá desde os primórdios da História dessa pátria "Mãe gentil". Aqui vieram e contribuíram histórica e culturalmente com a formação da identidade desse imenso país; portugueses, suíços, turcos, árabes, alemães, eslavos, italianos, japonese e muitos outros. Agora chegou a vez dos cubanos.

Em todos esses casos se pode abrir inúmeras discussões sobres seus aspectos positivos e negativos.

Por exemplo, em 1888 quando vieram os italianos e alemães. Na época, existia realmente carência de mão de obra? E quanto aos ex-escravos de origem africana que na época haviam sido recentemente "libertados" e que por sua vez também eram imigrantes, embora tivessem vindo a força para o Brasil? O que aconteceu com eles depois que sua força de trabalho foi substituída pela mão de obra dos "novos" imigrantes europeus?

E hoje, o que realmente está por trás desse novo processo imigratório? As universidades brasileiras não estão formando novos médicos, sendo necessário importar?







segunda-feira, 22 de julho de 2013

SIM, SENHOR!!! SOU ATOR, SIM. SENHOR!!! E DOS BONS!!! Rsrsrsrsr

De: Adelmir Barbosa



Eu, Adelmir Barbosa dos Santos, sou professor, cantor, contador de histórias e ator. A aproximadamente uma década e meia, Iniciei nos estudos, pesquisa e experimentação na arte teatral junto à Companhia Wancilu’s Gat Produções em um estudo prático que culminou com a montagem do espetáculo, de autoria do Dramaturgo Oswald Rosas, “Inimigo das Mulheres”. Trabalho este coordenado e dirigido pelo professor, ator e diretor Wanderley Tavares numa parceria com a Sociedade de Cultura Artística do Crato (SCAC) com a Cia WGP Produções. Companhia esta, da qual o referido professor Wanderley é o Presidente e Diretor.

A partir de então, ingressei no Teatro Rachel de Queirós onde cursei três anos de Teatro, com o professor e ator Paulo Romério. Simultaneamente às essas aulas, participava de experimentações Cênicas Teatrais, seguidas de várias montagens e inúmeras apresentações; e um experimento de caráter cinematográfico, intitulado “No Miolo da Consciência”. Trabalhos estes, produzidos pela WGP Produções e coordenados e dirigidos pelo professor Wanderley.

Fiz trabalhos de Teatro, ora simultâneos, ora não; com as Companhias WGP Produções e KANÓISTRAVEZDENOVO. Esta, coordenada e dirigida pelo ator e diretor Franciolli Luciano e na qual participei de alguns espetáculos, com elenco extremamente talentoso, além de protagonizar em um trabalho de caráter cinematográfico, intitulado “Zé do Alumin”, produzido pela KANOISTRAVEZDENOVO, dirigido por Franciolli e encenado por grandes atores. “Filme” este, extremamente “comentado” no meio “cult” do Cariri, com discursos e argumentos extremamente severos.



Atualmente sou membro do elenco do espetáculo “Nas Garras do Capa Bode”, no qual contraceno com mais um grupo de grandes atores na Cia WGP produções, cujo texto é de autoria do escritor cearense José Mapurunga e dirigido por Wanderley Tavares. Este referido espetáculo está com mais de cinco anos em atividade e já foi apresentado em várias cidades do Ceará, Paraíba e Pernambuco.

sábado, 11 de maio de 2013

INDISCIPLINA NA AULA



        

Um comportamento indisciplinado é qualquer acto ou omissão que contraria alguns princípios do regulamento interno ou regras básicas estabelecidas pela escola ou pelo professor ou pela comunidade. A indisciplina é uma resposta à autoridade do professor.
 
aluno contesta porque não está de acordo com as exigências do professor, com os valores que ele pretende impor, com os seus critérios de avaliação, a sua parcialidade, ... Existe entre o professor e o aluno uma relação desequilibrada. O aluno não aceita o professor ou a sua disciplina. O professor não consegue motivar o aluno ou despertá-lo ou cativá-lo. 

Os motivos da indisciplina podem ser extrínsecos à aula , tais como problemas familiares, inserção social ou escolar, excessiva protecção dos pais, carências sociais, forte influência de ídolos violentos, etc. Nestes casos o professor pouco pode fazer. No entanto existem outras causas que resultam de disfunções entre os alunos e a escola.
Desmotivação dos alunos e o desinteresse explicito por aquilo que se pretende ensinar ou qualquer outro comportamento inadequado, por vezes não são mais do que chamadas de atenção ao professor sobre os seus métodos de ensino ou sobre as estratégias de relação na aula. O professor deve ser explícito e justo na negociação do contrato que é feito com os alunos. A alteração das regras pode provocar indisciplina.Um aluno indisciplinado pode não ter insucesso.

O aluno traz para a aula os valores e atitudes que foi apreendendo até aquele momento. A indisciplina pode ser um reflexo da ausência de condições para uma adequada educação familiar.

A indisciplina pode surgir como a outra alternativa ao seu insucesso escolar, procurando deste modo "valorizar" a sua relação com os outros. Este insucesso não se refere exclusivamente às classificações nas disciplinas, mas também em certos valores, que ele pensa serem assumidos pela comunidade, e que o aluno não vê reflectido nele.

A própria constituição física ou intelectual do aluno pode provocar comportamentos indisciplinados. A imaturidade, a vadiagem, a desatenção, a incapacidade de fixação, o baixo rendimento escolar, a agressividade devem ser pesquisadas como sintomas de distúrbios mais profundos (quer fisiológicos, quer emocionais), que é preciso tratar, sem o qual as repressões ou sanções serão totalmente ineficazes e até contraproducentes.

A Conversa entre os alunos pode ser outra forma de indisciplina. Os alunos falam e continuam a falar, mesmo depois do professor os chamar à atenção.
  • Porquê a necessidade de conversar nas aulas ?
· Para relatar assuntos exteriores à sala de aula.
· Para mostrar que faz parte do grupo/turma.
· Para mostrar oposição à autoridade do professor.
· Para esclarecer ou compreender o que o professor acabou de dizer.
· Para mostrar o seu descontentamento com a disciplina e/ou o professor. Etc .

*Utilizam-se estratégias adequadas a cada aluno e a cada situação. A linguagem e o discursoadequados do professor são instrumentos capazes de alterar alguns comportamentos. 


Como prevenir comportamentos indesejáveis numa aula?

A prevenção deverá ser ponderada. 

No inicio do ano escolar os desconhecidos encontram-se com apreensão. Tanto o professor como os alunos fazem avaliações mútuas. O professor utiliza estratégias mais ou menos adequadas de modo a prevenir comportamentos indesejáveis. Define as regras comportamentais, de um modo explicito ou não, entre os alunos e entre si e eles, principalmente se a turma se mostra muito indisciplinada. Regras estas que vão sendo reforçadas ou tornam-se flexíveis ao longo do ano, paralelamente a uma pioria ou uma melhoria das atitudes dos alunos. 
O professor é um líder. Para os alunos, o professor é a imagem de um ideal (positivo ou negativo), queira-se ou não.
Um objectivo do professor é favorecer um determinado modelo de conduta. Favorecer o desenvolvimento de comportamentos e uma forma de estar na vida para o aluno.
O professor assume no início algumas atitudes, que ao longo do ano se tornam mais ou menos flexíveis:
- mostrar-se sério nas primeiras aulas, não tendo um sorriso fácil;
- impedir ou limitar as saídas durante a aula;
- não permitir que se levantem do lugar sem que peçam autorização;
- não permitir que troquem materiais sem que peçam autorização;
- dispor os alunos em lugares fixos de modo a favorecer a cooperação e a concentração;
- quando um aluno ou o professor fala os outros escutam;
- não confundir a simpatia com o "porreirismo da silva".
Se o professor assumir uma atitude disponível mas realista, dando confiança aos alunos mas sem perder a situação e sem se mostrar inutilmente permissivo, é possível que consiga evitar alguns conflitos. 

É muito importante a fase inicial do ano. Torna-se conveniente evitar o mais possível o recurso a castigos e a críticas. O professor deve assumir a atitude de quem detém um poder mas não se sabe bem quanto nem quando o vai usar. Se um professor usa demais as mesmas armas, acaba por ficar desarmado. Não é aconselhável a censura permanente, sendo mais adequado ignorar os comportamentos incorrectos que não perturbem directamente com o desenrolar da aula. Utilizam-se estratégias adequadas a cada aluno e a cada situação.
        
A seguir apresentam-se a algumas estratégias que o professor pode adoptar para prevenir comportamentos indisciplinados.
» Reflectir sobre as atitudes e funções do professor .
» Planificar a aula cuidadosamente em todos os seus momentos. Promove-se a concentração. Quanto mais eficaz e bem organizada for uma aula, melhor vai ser o comportamento de cada aluno.
» Cativar os alunos para a sua disciplina, de modo que eles não digam que "a veradeira vida é lá fora".
» Observar cada aluno.
» Favorecer o desenvolvimento da autoconfiança.
» Fomentar o respeito mútuo entre os alunos e entre os alunos e o professor.
» Discutir com os alunos o regulamento de uma turma, respeitando-o e fazendo-o respeitar.

segunda-feira, 15 de abril de 2013

REINICIADO O PROCESSO DE NEGOCIAÇÃO ENTRE OS PROFESSORES GREVISTAS E O GOVERNO MUNICIPAL DO CRATO

De: Adelmir Barbosa

Reunidos em Assembléia Geral Extraordinária no Centro Cultural do Araripe, os Professores Grevistas de Crato finalmente receberam na manhã de hoje (15/04) a tão esperada resposta do governo Municipal relativa a contraproposta enviada pelo Sindicato após as deliberações da Assembléia realizada no dia 11/04 no auditório da Rádio Educadora.



Conforme a contraproposta da Assembléia os Professores dariam uma trégua de 30 dias no Movimento Grevista para estudar a contabilidade da Prefeitura no que se refere aos repasses do FUNDEB e sobre a possibilidade de concessão dos reajustes, conforme reivindicação da categoria.

Tendo sido aceita a contraproposta, atendendo todos os incisos indicados por ambas as partes, conforme foi divulgado em postagens anteriores neste blog, a Assembléia deliberou:

a) A Greve continua até o final do estudo da Comissão Permanente de Negociação;
b) Haverá uma trégua de 30 dias nas atividades grevistas até o final do referido estudo;
c) O descumprimento de qualquer um dos termos do acordo incorrerá no fim da trégua.
d) Nova Assembléia Geral foi marcada para o dia 16 de Maio para traçar os novos rumos da greve.

OBS: A Greve, portanto, não acabou, apenas deu uma trégua até a finalização de um estudo a ser realizado por uma "Comissão Permanente de Negociação" que terá 30 dias para a elaboração de Relatório acerca da aplicação dos repasses do FUNDEB. 

sábado, 13 de abril de 2013

PROFESSORA É EXONERADA DO CARGO DE DIRETORA POR APOIAR A GREVE NO CRATO

De: Adelmir Barbosa

Como já foi informado em postagem anterior, o Sindicato juntamente com o Comande de Greve, após analisar a proposta de negociação enviada pelo Poder executivo, elabora e envia uma contraproposta em conformidade com as deliberações da Assembléia.

Vale ressaltar que por entendermos que a suspensão da Greve por 60 dias, como propunha o Governo Municipal, poderia enfraquecer o Movimento, a Assembleia deliberou por diminuir esse prazo para 30 dias, uma vez que não se vislumbrava nenhuma garantia na proposta do poder Executivo.


Esperando uma resposta do Governo Municipal, uma Assembleia Extraordinária foi marcada para sexta-feira (12/04) as 15:00h no Centro Cultural do Araripe para analisarmos a esperada resposta do referido Governo. Entretanto, como não chegou resposta alguma, compreendemos que as negociações foram novamente interrompidas.

A Greve, portanto, continua.

Durante essa Assembleia, em discurso emocionado e relatando um pouco do seu compromisso com a "causa" da categoria a qual pertence e deixando claro que seu cargo de Diretora Escolar era algo muito pequeno diante da grandeza do Movimento, a professora Nélia, uma das poucas que ainda contavam com portaria para o exercício do cargo de gestora escolar partilhou com a Assembleia que acabara de ter sido exonerada do Cargo por apoiar o Movimento Grevista. Entretanto, afirma que permanece tranquila e muito mais encorajada para continuar na luta.

Vale informar que a professora Nélia é uma das poucas que foram aprovadas na primeira fase da seleção para o provimento de vagas para o banco de gestores.

RELIGIOSA CATÓLICA CENSURA O MOVIMENTO GREVISTA EM EMISSORA DE RÁDIO

De: Adelmir Barbosa

Tomando conhecimento de que algumas escolas estariam "furando" a Greve, o Sindicato juntamente com o Comando de Greve resolvem enviar representantes do Movimento Grevista para analisar a situação. Na quinta-feira (11/04) pela manhã, em uma das escolas visitadas, dirigida pela Irmã Lúcia, uma religiosa católica, os enviados do Sindicato tiveram  inicialmente uma conversa na qual a referida Diretora se mostrou disposta a contribuir no que fosse possível com o Movimento. Segundo ela os professores estariam livres e até encorajados por ela a lutarem por melhores salários e melhores condições de Trabalho. Entretanto, por se tratar de uma ONG, a escola-creche permaneceria em funcionamento com ou sem os professores, pois contava com um bom número de voluntários que desenvolviam projetos naquele estabelecimento de ensino.

Abraço simbólico na praça durante Ato Público (Praça Siqueira Campos)
Origem da imagem: Sindicato dos Servidores Municipais do Crato Sindsmcrato

Os enviados do Sindicato pediram licença para conversar com os professores efetivos para lhes prestar alguns esclarecimentos sobre a legalidade do Movimento ao que foram prontamente atendidos. Nessa conversa, se pôde observar alguns desencontros e discordâncias entre os discursos da Diretora e dos professores, com os quais se conversou individualmente pois a referida Diretora não permitiu que houvesse um momento coletivo de conversa nem mesmo por cinco minutos como sugeriu uma das professoras.

Feitos os devidos esclarecimentos e sem condições de suspender as aulas, pois as crianças não tinham como voltar pra casa sozinhas, os enviados do Sindicato foram embora. Na manhã seguinte, Sexta-feira (12/04), todos os professores efetivos, maioria naquela creche, aderiram ao Movimento se fazendo presentes no Ato Público na Praça Siqueira Campos. Dissentida, a Irmã Lúcia foi a um programa de rádio no qual criticou o Movimento censurando o Sindicato de estar agindo como empecilho para a Educação.

Show com o Professor Amâncio Durante Ato Público (Praça Siqueira campos)
Origem da imagem: Sindicato dos Servidores Municipais do Crato Sindsmcrato

A Religiosa não foi, portanto, capaz de perceber a legalidade do movimento Grevista dos Professores do Crato. Não compreendeu os ideais de justiça que permeiam essa luta. É mesmo uma pena!

quinta-feira, 11 de abril de 2013

PROFESSORES DO CRATO SE REUNIRAM MAIS UMA VEZ EM ASSEMBLEIA PARA ESTUDAR A NOVA PROPOSTA DE NEGOCIAÇÃO ENVIADA PELO PODER EXECUTIVO

De: Adelmir Barbosa

Tendo o Sindicato recebido um documento-proposta do Governo Municipal, no qual o Executivo se propõe a reabrir o processo de negociação, nova Assembleia foi convocada e realizada na manhã de ontem (10/04) no auditório da Rádio Educadora.


A proposta do Governo Municipal, apresentada pelo presidente do Sindicato o Sr. Francisco de Matos Jr., sugeria que se formasse uma Comissão Permanente de Negociação constituída por 03 representantes do Executivo, 03 do Legislativo, 03 do Sindicato, 01 do FUNDEB e 01 do Conselho Municipal de Educação com o objetivo de analisar todas as possibilidades de concessão das reivindicações da categoria com relação aos reajustes salariais entre outras pertinências abaixo mencionadas.


a) Calendário de reuniões desta comissão, inclusive data e horário de início; 
b) Calendário de apresentação de resultados do estudo sobre a possibilidade de conceder os reajustes, conforme reivindicação da categoria, bem como proposta de concessão;
c) Programação para cumprimento e implantação da redução de 1/3 da jornada de trabalho dos professores;



d) A comissão terá um prazo de 60 dias para apresentar o competente relatório;
e) Após 48 horas da formação da Comissão de Negociação supracitada, será marcada a primeira reunião com o fim de apresentar o cronograma da implantação de 1/3 da jornada de trabalho;
f) A referida Comissão de Negociação terá acesso a toda documentação necessária para a elaboração do relatório, incluindo os laudos (que estão sendo concluídos pelas Secretarias de educação e Infraestrutura) acerca do levantamento estrutural das instalações das Escolas Municipais, 



Após os diversos discursos e sugestões de contraproposta e considerando válida a reabertura do processo de negociação, a Assembleia deliberou por:




a) Reduzir o prazo de 60 para 30 dias para a realização do estudo da Comissão Permanente de Negociação;
b) Permanecer em Greve até a finalização do referido estudo.
c) Enviar contraproposta ao Executivo tão logo a Assembleia finde;
d) Marcar um Ato Público (Mobilização da Categoria) para hoje (11/04) pela manhã, com todos os Professores na Praça Siqueira Campos as 8:00h.




Ainda ontem (10/04) , as 16:00h, o Comando da Greve se reuniu na sede do Sindicato dos Servidores Municipais para programar o Evento de Mobilização de hoje(11/04).



Amanhã, Sexta-feira (12/04) pela manhã os professores continuarão mobilizados com atividades grevistas na Praça Siqueira campos; e a tarde nova Assembleia será realizada para dar continuidade ao processo de negociação, a partir da contraproposta enviada ao Governo municipal que, até lá, já deverá ter sido analisada e feitas as devidas observações.